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🩸 Diabetes Mellitus em Cães e Gatos

Falta de insulina ou resistência a ela: excesso de glicose no sangue que precisa de controle diário.

O que é Diabetes Mellitus?

O Diabetes Mellitus é uma das doenças endócrinas mais comuns em cães e gatos. Ele acontece quando o pâncreas não produz insulina suficiente — ou quando o corpo para de responder bem a ela. Sem insulina funcionando, a glicose não entra nas células e se acumula no sangue, gerando os sinais clínicos que o tutor percebe em casa.

Em cães, o quadro mais frequente é o diabetes tipo 1 (dependente de insulina), muitas vezes associado a predisposição genética e a pancreatites. Em gatos, predomina o tipo 2, fortemente ligado à obesidade e ao sedentarismo — e, nesses casos, o controle do peso pode inclusive levar à remissão da doença.

Sinais mais comuns

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico começa com exames de sangue e urina (glicemia, frutosamina, glicosúria e corpos cetônicos). Quando necessário, a Dra. Julia solicita ultrassom abdominal e dosagens hormonais complementares para descartar doenças associadas, como a Síndrome de Cushing — que pode tornar o diabetes resistente ao tratamento.

Tratamento e acompanhamento

O tratamento envolve aplicação diária de insulina (a equipe ensina o tutor a aplicar sem estresse), dieta adequada, rotina de exercícios e acompanhamento com curvas de glicemia. O objetivo é estabilizar o pet e devolver qualidade de vida: com ajuste fino e tutor engajado, o diabético vive anos com excelente qualidade de vida.

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Perguntas frequentes sobre Diabetes Mellitus

Em cães, em geral, é uma condição crônica controlada com insulina. Em gatos com diabetes tipo 2, o diagnóstico precoce, o emagrecimento e o controle rigoroso podem levar à remissão — ou seja, o pet deixa de precisar de insulina. Quanto antes começar o tratamento, maior a chance.

Não. As agulhas são finíssimas e a aplicação é subcutânea e rápida. A maioria dos tutores aprende em uma única orientação e o pet praticamente não percebe, principalmente se associada ao momento da refeição.

Na fase de ajuste, os retornos são mais próximos (a cada 1–3 semanas, com curvas de glicemia). Depois de estabilizado, o acompanhamento costuma ser a cada 3–6 meses, ou sempre que houver mudança de apetite, peso ou rotina.

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